Jinjer voltou a Portugal para um concerto no LAV

Jinjer no LAV: Tão estrondoso e brilhante que podia ter durado mais

Nem um ano depois de tocar (e brilhar) no Evil Live, os ucranianos Jinjer voltaram em grande a Portugal, num concerto estrondoso que deitou abaixo o LAV. Numa semana de depressões, foi o furacão Tatiana a virar a plateia do avesso.

Casa lotada. Imensa malta de corpo e alma para ouvir a banda. Primeiro entra Vlad, o baterista. Seguem-se Roman (guitarrista) e Eugene (baixista). Pequena pausa. Os acordes de Duél começam a rebentar e salta para o palco Tatiana, a primeira música da noite.

A partir daí, foi acelerar sem abrandar. O espetáculo foi colossal. Sem fogo de artifício nem malabarismos, foi quase uma hora e meia de grandes malhas, num concerto cru, de enorme sintonia entre os metaleiros – sempre a fazer rodar o circle pit e dispostos a colidir no mosh – e os ucranianos, que tiveram uma atuação incrível, como é hábito.

Depois de ouvir as melhores malhas da banda como Teacher, Teacher, Perennial, ou Green Serpent, Tatiana anunciou que Pisces seria a última música da noite, para desespero de alguns (eu incluído), que ainda tinham gasolina no depósito. A atuação foi magnífica, mas houve tempo para um muito merecido encore, apenas com a música Sit Stay Roll Over.

Numa noite em que puseram o LAV a estremecer, só ficou a faltar um pouco mais de música. Mais dois sons no encore e íamos para casa ainda mais felizes. Um show cheio de energia merecia. O extraordinário público tuga merecia.

Ficamos à espera do próximo. Além de nódoas negras, saímos do LAV com uma certeza: Jinjer vieram para ficar na cena do Metal.

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